segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Educação é Progresso

Professores do curso  de Pedagogia e  Alunos ingressantes no 2/2010 do periodo noturno



Meus sinceros agradecimentos a  todos.
Dedico essa música a todos vocês.


Fim De Ano
Rafinha

Estou vendo filme,
Cada estrada que eu passei,
Cada historia que eu vivi,
Os futuros que eu sonhei,
Cada dia, cada mês,
Cada estação, que eu dividi com vocês,
Abri meu coração,
Se um dia alguém falou,
Que o que foi não volta mais,
A vida continua, a escolha é sua,
Sou feliz de olhar pra trás,
Como não lembrar de vocês?
Como não chorar outra vez?
Só de lembrar,
Poder te abraçar,
Se a estrada se abrir,
E eu tiver que seguir,
Vou levar comigo cada amor de amigo,
Como não querer de novo?
Posso até ser bobo com vocês,
Viveria tudo outra vez.
Portas se abriram,
Tive dias de frio,
História fugindo,
Corações se unindo,
Cada choro,
Cada riso,
Cada emoção que eu dividi com vocês,
Abri meu coração,
Se um dia alguém falou,
Que o que foi não volta mais,
A vida continua,a escolha é sua,
Sou feliz de olhar pra trás,
Como não lembrar de vocês?
Como não chorar outra vez?
Só de lembrar,
Poder te abraçar,
E os laços que eu plantei?
Que formaram raízes no meu chão,
Vou colher por toda vida amigos do meu coração,
E se o mundo te esquecer,
Quando o dia amanhecer,
Quero estar aqui também,
Vamos juntos pro ano que vem ...


sábado, 18 de agosto de 2012

6 Semestre vem ai

Quem diria que em agosto de 2010, começavamos o curso em clima de conflito e hoje vê que continuamos juntos.
Agora vem TCC, para aprimorar nosso conhecimento e fazer com a educação se mostre a chave do sucesso.
 Dedico o meu trabalho a todos esses guerreiros que estão diariamente junto comigo nessa luta.
Aos professores:
  •  MARIA JOSE VALE
  • MAXIMINO GOMES DA SILVA
  • ANTONIO ZILMAR DA SILVA
  • ANDRE PRADO NUNES
  • SHIRLEY PIRES DA CRUZ
  • RODNEI PEREIRA
  • ISABELA BILECKI DA CUNHA
  • PATRICIA ANDREOTTI GIROLDO
  • RONALDO FABIANO DOS SANTOS GASPAR
  • LEANDRO CANDIDO DE SOUZA
  • GILMARA ALVES LUCCHESI
  • LUIZ DOS SANTOS ARRIFANO
  • TANIA DA COSTA FERNANDES
  • SIMONE APARECIDA ZANUTTO
  • VALDEMAR GOMES DE SOUSA JUNIOR
  • JOÃO PIVA CREMA
  • VALERIA BATISTA GARRIDO
  • DENILCE XISTO
  • SILVANA ALVES FREITAS
Alguns continuam conosco, porem outros infelizmente não esta mais na instituição.
Para todos gostaria de dizer, muito obrigado! Voces são todos excelentes profissionais.
Para meus amigos, só quero dizer "UM CAMINHO A SEGUIR, ATE CHEGAR A FORMATURA.
Estou feliz por fazer parte desse curso, mas se um dia eu vim a seguir um outro caminho, gostaria de agradecer todo o apoio, mas se eu chegar ate o 7 vamos arrasar por que Dezembro de 2013 promete muita festa. É so preparamos as becas e jogar o chapeu pro alto.
 ATE 01 DE AGOSTO!
Vamos arrasar no TCC, cumprir os estagios,  estudar ciencias e libras, continuarmos todos aprovados em todas as disciplinas.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão – CEFAI

Sugerstão de Maria Aparecida
O PROGRAMA
Oferecido pela Secretaria Municipal de Educação, e vinculado à Diretoria Regional de Educação, o Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão – CEFAI é responsável por desenvolver ações de formação e projetos, produzir materiais, orientar e supervisionar as Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão – SAAI, além de dispor de acervo bibliográfico e de disponibilizar equipamentos específicos para alunos com necessidades educacionais especiais. São 13 unidades do CEFAI vinculadas às Diretorias Regionais de Educação.
SERVIÇOCentro de Formação e Acompanhamento à Inclusão – CEFAI
Confira os endereços pelo Serviço 156 da Prefeitura (Central de Atendimento) ou pelo site http://educacao.prefeitura.sp.gov.br, ou pelo Guia de Encaminhamentos para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Cefai mais perto

CEFAI GUAIANASES Educação especial


Apresentação

Os serviços de educação especial da Rede Municipal de Ensino atendem crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência intelectual, visual, física, auditiva e múltipla, surdocegos, alunos com condutas típicas de quadros neurológicos, psiquiátricos e psicológicos, com altas habilidades e superdotação que, no contexto escolar, evidenciam necessidades educacionais especiais e demandam atendimento educacional especializado.

Secretaria Municipal de Educação lança programa inédito
para alunos com necessidades especiais
Os alunos com necessidades educacionais especiais passam a fazer parte do maior e mais completo programa de inclusão nas escolas – o Inclui. Mais um passo da Secretaria Municipal de Educação para que a cidade de São Paulo tenha escolas cada vez mais adaptadas e acolhedoras.
Além de formação específica para os professores, ambiente e materiais adequados, os alunos com deficiências mais severas terão um auxiliar para que possam participar melhor das atividades escolares. Uma equipe multidisciplinar – que contará com médicos, fisioterapeutas, psicólogos e outros profissionais – acompanhará os alunos e ajudará a escola e as famílias a contribuírem para o desenvolvimento desses estudantes e atendê-los de forma mais adequada.
Com o Inclui tudo que já vinha sendo feito será melhorado e ampliado. A Rede ganhará novas Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI), para dar suporte a alunos e professores nas escolas. Haverá mais material adaptado às necessidades específicas de cada aluno, em Braille, Libras e formas alternativas de comunicação. Os professores, que já passavam por formação constantemente, terão novos cursos para atender à diversidade dos alunos. Os veículos adaptados transportarão mais alunos e as escolas irão receber mobiliário cada vez mais adequado ao que cada estudante necessita.
"Estamos lançando o Inclui porque a escola pública tem de ser para todos. E porque uma escola inclusiva forma cidadãos melhores", afirma o secretário municipal de Educação Alexandre Schneider.
Comissão Intersetorial A Secretaria Municipal de Educação criou em 2009 uma Comissão Intersetorial para avaliar como a inclusão vinha sendo feita nas escolas municipais. O resultado foi a criação do Programa Inclui, construído para oferecer respostas às questões apontadas nessa avaliação.
E se a Rede Municipal de São Paulo já era uma das mais inclusivas do País, o Inclui permitirá melhorar ainda mais a vida escolar dos alunos com quadros de deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
Hoje, a rede atende 14 mil crianças, adolescentes, jovens e adultos com algum tipo de necessidade educacional especial.
Nos últimos cinco anos, 16,4 mil educadores passaram por formação para atuar com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais nas classes comuns. Desses, 250 passaram por cursos de pós-graduação e atualmente, mais 150 professores estão sendo formados.
Nos mesmo período também foram implementados os 13 Centros de Formação e Acompanhamento à Inclusão (CEFAI). Por meio desses centros, os Professores de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (PAAI) realizam trabalho itinerante junto às escolas.
Outro suporte em sala de aula são os estagiários de Pedagogia. Hoje, mil estudantes universitários apóiam os professores em salas de aula que têm um ou mais alunos com necessidades educacionais especiais. E para dar tranquilidade às famílias e conforto aos alunos foi ampliado o Transporte Escolar Gratuito Acessível (TEG Acessível), que hoje conta com 143 veículos adaptados circulando pela capital.
Equipe multiprofissionalA grande inovação do Programa Inclui será desenvolvida em parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).
A Rede Municipal passa a contar com uma equipe multiprofissional, que trabalhará em conjunto com os CEFAIs. O grupo, que tem 47 profissionais, é formado por neurologistas pediatras, psiquiatras infantis, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, dentre outros especialistas. Eles farão a avaliação e o acompanhamento dos alunos e, juntamente com os CEFAIs, apoiarão as famílias e equipes escolares.
Essa equipe promoverá também encontros com pais e profissionais da educação para oferecer informações importantes para a qualidade de vida de cada estudante com deficiência. O grupo fará ainda a regulação com os serviços de saúde, fazendo a ponte entre as famílias e esses serviços, para garantir a continuidade dos atendimentos necessários ao pleno desenvolvimento dos alunos.
Auxiliares de Vida EscolarA equipe será responsável também por outra novidade do programa. Eles formarão os 500 Auxiliares de Vida Escolar (AVE) que acompanharão alunos com deficiências severas, que não têm autonomia para alimentar-se, fazer a própria higiene e locomover-se. O grupo de estudantes a ser atendido na Rede já foi mapeado e é composto, inicialmente por 670 alunos. Cada AVE poderá atender até 4 estudantes, dependendo do tipo de deficiência de cada um.
Os auxiliares chegam às escolas em outubro. Eles serão selecionados pela SPDM nas comunidades de entorno das escolas por terem identificação com a realidade local e para que possam também disseminar informações sobre o processo de inclusão.
A Secretaria Municipal de Educação definiu as características e o perfil desses auxiliares e eles serão formados de acordo com o que os alunos e as escolas precisam. Os AVEs terão formação inicial de 76 horas e passarão por capacitação a cada 2 meses. Quinzenalmente, o trabalho será supervisionado por fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais que integram a equipe multidisciplinar.
Apoio pedagógico especializadoEntre as novidades do Inclui está a ampliação do apoio pedagógico especializado. Serão criadas pelo menos mais 87 novas SAAIs nas escolas regulares, além das 221 já existentes.
Serão contratados mais 300 estagiários de Pedagogia que irão contribuir com os professores que atuam nas classes comuns, totalizando 1.300 estagiários. A SME conta com 38 instituições especializadas de educação conveniadas e que estão se reorganizando para oferecer o apoio pedagógico especializado no contraturno escolar.
Acessibilidade Para garantir escolas acessíveis, a Secretaria já vem construindo escolas que atendam aos parâmetros de acessibilidade. Entre as escolas mais antigas, a prioridade de reforma é para aquelas que têm ou terão SAAI.
É preciso também garantir acessibilidade ao currículo. Hoje já existem diversos materiais próprios para alunos com deficiências, mas esses recursos serão ampliados. Os novos Cadernos de Apoio e Aprendizagem, distribuídos aos estudantes e professores da rede em março deste ano, também serão entregues na versão Braile aos alunos cegos. Os livros distribuídos pelo Programa Minha Biblioteca – que entrega ao estudante dois títulos a cada ano do Ensino Fundamental para que ele forme uma biblioteca pessoal – também terão versões em Braile, áudio e em formato digital ainda neste ano.
Além disso, a equipe de Educação Especial preparou o Caderno de Atividades em Libras, para alunos do 1º ao 5º ano. Esta é a primeira vez que uma rede de ensino pública tem um material tão específico.
A acessibilidade em comunicação faz parte do trabalho dos professores, que recebem formação em Libras, comunicação alternativa, Braile e guia-intérprete para atuar nas escolas. Agora serão adquiridas impressoras e máquinas Braille, ampliadores de imagem eletrônicos, calculadoras sonoras, pranchas de leitura com lupa para equipar as SAAIs.
Outra novidade é a ampliação do TEG Acessível. Até 2012 o número de veículo subirá de 143 para 170.
Também para garantir o conforto dos alunos e melhorar as condições de aprendizagem, as escolas já estão recebendo mobiliário adaptado às necessidades dos estudantes. Quando um aluno é matriculado e necessita de algum produto específico, as escolas solicitam aos CEFAIs os mobiliários, equipamentos e materiais específicos. A partir da solicitação da escola, profissionais – fisioterapeutas ou terapeutas ocupacionais – irão realizar a avaliação e prescrição do que é mais adequado às condições funcionais de cada aluno. A partir de agora, mais itens estarão à disposição das escolas. Além de móveis é possível adquirir mouses adaptados, engrossadores de lápis e outros itens que facilitam a aprendizagem do aluno.
Formação para os educadores A proposta é desenvolver formação continuada dos professores, gestores e equipes de apoio, além de formar equipes para oferecer apoio especializado às escolas e incentivar a formação de grupos de estudo na área da educação especial, contemplando questões relativas à proposta pedagógica, currículo, planejamento, avaliação e identificação de necessidades educacionais especiais dos alunos público alvo da educação especial.
A previsão é que 5.000 educadores, em média, passem por atividades de formação para atuar nas classes comuns. A formação específica para atuar nos serviços de educação especial é oferecida em cursos de especialização. Eles são organizados com conteúdos que abordam todas as áreas das deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação e possibilitam também o aprofundamento em uma de suas áreas.
Dados para matrículasA Secretaria Municipal de Educação organizará dados mais completos sobre cada aluno com necessidades educacionais especiais matriculados na Rede. Os dados serão mais qualificados. Não basta saber o tipo de deficiência da criança para realizar um bom trabalho. É preciso conhecer efetivamente o aluno e suas capacidades. Esse conjunto de informações permitirá atendimento individual às necessidades de cada estudante.
Além disso, ter necessidades educacionais especiais passa a ser um dos dados levados em consideração na compatibilização da matrícula com a Rede Estadual. Antes, a matrícula de alunos do Ensino Fundamental levava em conta apenas a distância entre a escola – municipal ou estadual – e a casa do aluno. Agora será preciso verificar se o estudante tem alguma deficiência e buscar uma escola próxima – em uma das duas redes – que seja considerada acessível.
Reestruturação das Escolas EspeciaisDo total de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais da rede, 10% estão matriculados nas seis Escolas Municipais de Educação Especial (EMEE). A opção pelo tipo de atendimento é da família, que pode matricular o aluno em uma escola especial ou em uma escola regular.
Nas EMEEs há atendimento especializado a crianças, adolescentes, jovens e adultos com surdez, surdez com outras deficiências associadas e surdocegueira.
Diante dos novos desafios para o ensino do surdo, será realizada a reestruturação dessas escolas, tendo como foco a organização curricular na perspectiva bilíngüe (Libras – Língua Portuguesa), com produção de material pedagógico em Libras, formação dos profissionais, definição de novos critérios de avaliação e reestruturação do currículo.
AvaliaçãoHoje, a Rede Municipal já avalia os alunos com deficiência intelectual. Além de ampliar esse trabalho, o Inclui prevê a construção de critérios para que os professores possam avaliar também os alunos surdos nas provas de Língua Portuguesa. Isso é imprescindível, tendo em vista que o Português é a segunda língua desses alunos.
Esses processos vão permitir que os professores e os pais compreendam o que cada estudante está aprendendo e o que precisa ser feito para melhorar as condições de ensino e aprendizagem.


Serviços de Educação Especial

Os serviços de educação especial para o atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais são oferecidos na Rede Municipal de Ensino, por meio de:
Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão – CEFAI Em funcionamento nas 13 Diretorias Regionais de Educação, tem como atribuições, o acompanhamento aos alunos com deficiência por meio de visitas sistemáticas às escolas, avaliação pedagógica, reuniões com professores e coordenadores pedagógicos, atendimentos a pais, mapeamento dos atendimentos da região.

Atuação do Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão – PAAI Confira as Unidades Educacionais que possuem SAAI.O CEFAI é composto por Professores de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (PAAI), com atuação itinerante à Comunidade Educativa. Esses professores têm especialização comprovada ou habilitação nas áreas das deficiências física, mental, visual e auditiva, e desenvolvem ações que podem abranger alunos, professores, pais e funcionários.
Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão – SAAIAs Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão, instaladas nas Unidades Educacionais da Rede Municipal de Ensino, são destinadas ao atendimento educacional em caráter complementar, suplementar ou exclusivo aos alunos que apresentam algum tipo de deficiência.

Escolas Municipais de Educação Especial – EMEE Endereços das EMEEs.As EMEE - Escolas Municipais de Educação Especial destinam-se às crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência auditiva/surdez, surdocego ou com outras deficiências, limitações, condições ou disfunções associadas à deficiência auditiva/surdez.

Instituições Conveniadas Veja os endereços das Instituições Conveniadas.Os Convênios de Educação Especial firmados com a Secretaria Municipal de Educação visam os seguintes atendimentos: escolar, educacional, terapêutico, avaliação e oficinas profissionalizantes. Esses atendimentos são oferecidos em caráter transitório, na perspectiva de se garantir a permanência/retorno à classe comum.

 
Veja o endereço do CEFAI mais próximo da sua residência.
Endereço: Rua Comandante Carlos Ruhl, 134 – Vila Princesa Isabel -CEP
08410-130
Telefone/ Fax: (11) 2557-7343
Região Atendida: Guaianases e Cidade Tiradentes
CEFAI ITAQUERAEndereço: Av. Itaquera, 241 – Cidade Líder – CEP 08285-060
Telefone / Fax: (11) 2741-8801 r. 222
Região Atendida: Itaquera, Aricanduva, Vila Formosa e Vila Carrão
CEFAI PENHAEndereço: Rua Apucarana nº 215 – Tatuapé – CEP 03311-000
Telefone/ Fax: (11) 2093-9766/ 2098-3322 ramal 123
Região Atendida: Mooca, Penha, Tatuapé, Brás, Pari, Cangaíba, Ermelino
Matarazzo
CEFAI SÃO MATEUSEndereço: Avenida Ragueb Chohfi, 1550 – São Mateus – CEP 08375-000
Telefone/ Fax: (11) 2119-7422 / 2962-0253
Região Atendida: São Mateus, Iguatemi, São Rafael e Sapopemba
CEFAI SÃO MIGUELEndereço: Rua Daniel Bernardo, 95 – São Miguel – CEP 08010-100
Telefone/ Fax: (11) 2137-6739
Região atendida: São Miguel e Itaim Paulista

terça-feira, 17 de abril de 2012

18 de Abril: Dia da Literatura Infantil

 Hoje é dia de uma das coisas que sempre está presente em nossas vidas. Um possivel tema do TCC de uma de nossas alunas do 5º N.C. Um tema muito elogiado por aqueles que cursam pedagogia.


Entendendo a Literatura Infantil


Há uma enorme discussão entre os teóricos para entender a Literatura Infantil. A discussão passa pela conceituação, a concepção da infância e do leitor, a ligação da literatura infantil e a escola, até o caráter literário dessas obras para crianças.

Os primeiros livros para crianças surgem somente no final do século XVII escritos por professores e pedagogos. Estavam diretamente relacionados a uma função utilitário-pedagógica e, por isso, foram sempre considerados uma forma literária menor. A produção para a infância surgiu com o objetivo de ensinar valores (caráter didático), ajudar a enfrentar a realidade social e propiciar a adoção de hábitos. Infelizmente, ainda podemos encontrar esses objetivos na produção infantil contemporânea.

Para entender melhor essa função utilitário-pedagógica presente na literatura infatil vamos ver o que falam Maria José Palo e Maria Rosa D. Oliveira:





Dentro do contexto da literatura infantil, a função pedagógica implica a ação educativa do livro sobre a criança. De um lado, relação comunicativa leitor-obra, tendo por intermediário o pedagógico, que dirige e orienta o uso da informação; de outro, a cadeia de mediadores que interceptam a relação livro-criança: família, escola, biblioteca e o próprio mercado editorial, agentes controladores de usos que dificultam à criança a decisão e escolha do que e como ler.



Extremamente pragmática, essa função pedagógica tem em vista uma interferência sobre o universo do usuário através do livro infantil, da ação de sua linguagem, servindo-se da força material que palavras e imagens possuem, como signos que são, de atuar sobre a mente daquele que as usa; no caso, a criança.1



No Brasil, a Literatura Infantil só chegou no final do século XIX. A literatura oral prevaleceu até esse período com o misticismo e o folclore das culturas indígenas, africanas e européias.



Carlos Jansen e Alberto Figueiredo Pimentel foram os primeiros brasileiros a se preocuparem com a literatura infantil no país, traduzindo as mais significativas páginas dos hoje considerados "clássicos" para a garotada.



Com Thales de Andrade, em 1917, é que a literatura infantil nacional teve início. E foi em 1921 que nosso grande Monteiro Lobato estreou com "Narizinho Arrebitado", apresentando ao mundo Emília, a mais moderna e encantadora fada humanizada.2



No entanto, só após a década de 70 houve um grande desenvolvimento da literatura para crianças com a entrada de grandes editoras no mercado.



A produção brasileira de literatura infanto-juvenil, até a década de 70, foi esporádica, constituindo-se basicamente de traduções de clássicos e de algumas coleções estrangeiras de grande apelo comercial

quinta-feira, 8 de março de 2012

Qual será o futuro do curso?

Com o intuito de que lutemos pelo nosso curso envio este e-mail.

A pedagogia esta sendo enterrada aos poucos pela reitoria, através de decisões descabidas que ultrapassam a lógica educacional e até mesmo comercial (o que eles consideram com certeza mais importante) da Universidade. Um exemplo são os professores que outrora montaram o curso como conhecemos atualmente, fundamentado em sólida base teórica e filosófica, e que por motivos políticos foram demitidos - são eles: a coordenadora Tânia Fernandes e os professores André, Antônio Zilmar, Patrícia, Ronaldo e Silvana. 

O atual discurso da reitoria diz que os alunos não tem nenhuma relação com os assuntos sindicais e administrativos , mas sabemos que estas demissões farão com que o curso seja completamente descaracterizado.

 Nosso curso propicia formação de um educador consciente da realidade que vive - nós os educandos, somos instigados a compreender e intervir criticamente no meio social, político e cultural que vivemos.  Mas se nem os professores podem ser críticos, o que será da nossa formação, qual o futuro da Pedagogia Unicastelo?

Proponho fazer algo pelo nosso curso, cobrar da reitoria o respeito que o aluno, ou melhor dizendo, o cliente deles e os professores merecem.



A seguir esta um texto que explica um pouco do que ocorreu semestre passado (que se repetiu neste) - disponível em ://cenariouniversitario.blogspot.com/2011_12_01_archive.html.


Reitoria e Mantenedora rompem acordo com professores (e seus representantes) e demitem por motivações políticas
Até o momento, mantivemos a relação com a reitoria de maneira aberta e respeitosa. Porém, enquanto discutíamos uma proposta ofensiva de pagamento dos 13ºs em 17 parcelas e, inclusive, evitávamos expandir aos alunos notícias sobre a situação para não atrapalhar a retomada do crescimento da instituição, os gestores da instituição preparavam covardes ataques ao conjunto dos professores, e demitiram diversos professores por seu posicionamento político e/ou sobre o plano de carreira.
Numa carta à comunidade acadêmica, a reitoria afirmou o seguinte acerca das denúncias dos representantes sindicais: “Quanto à sugestão de que teriam havido razões políticas  a motivar as demissões, afirmamos que tal suposição não procede, visto que, na Unicastelo, linhas de pensamento divergentes têm convivido, tem sido estimulado o livre debate”. Ora, esta afirmação sim é improcedente, pois, no curso de pedagogia, os professores Antonio Zilmar e Ronaldo Gaspar, os quais gozam de amplo prestígio entre seus pares e discentes, foram demitidos sem indicação da coordenação. Portanto, obviamente, o foram pela participação no processo de organização sindical e discussão dos problemas enfrentados pelo professorado. Assim como a professora-coordenadora do curso de Serviço Social, recentemente avaliado como o melhor curso da cidade de São Paulo. Qual motivo? “Motivos (obscuros) da reitoria”? Ou a linha de “pensamento divergente” aceitável é somente aquela que, ao fim e ao cabo, converge para os interesses da própria instituição? Cadê a pluralidade que, de fato, deveria caracterizar uma instituição acadêmica? Se, como dizem, “as demissões havidas no final deste semestre ocorreram de maneira absolutamente coerente com a normalidade da vida acadêmica” e, por conseguinte, professores competentes com seus afazeres didático-pedagógicos foram demitidos, o que aqueles professores que também são competentes em suas respectivas áreas podem esperar desta universidade? Onde reside a coerência? E se não há coerência, como gozar de credibilidade?
Outros exemplos são o da profa. Sandra Tomaz, há 16 anos na instituição, uma das únicas professoras do curso de Odontologia a não assinar o plano de carreira, demitida sem nenhuma motivação acadêmico-pedagógica. Assim como a profa. Elke e o prof. Maurício, ambos da Educação Física, que no ano passado desafiaram seu coordenador para garantir seus direitos mínimos e, agora, sem nenhuma justificativa plausível, igualmente foram demitidos. Do mesmo modo, também o foi o prof. Dárcio,  ha 21 anos na instituição, da Farmácia, que, na última semana, reavaliou sua postura de assinar o plano de carreira. Novamente, como depois de proceder deste modo, a reitoria pode escrever que, “Igualmente infundada é a suposição de que desligamentos teriam sido promovidos em decorrência da não adesão de alguns professores ao Plano de Carreira Docente da Unicastelo.  A migração para o Plano de Carreira Docente dá-se de maneira absolutamente voluntária”. Ora, quem está sendo improcedente em suas afirmações?
Pois bem, o ataque a esses professores é um ataque a todos os professores e à sua organização – portanto, também um ataque ao sindicato da categoria –, configurando mais um desrespeito da administração dessa instituição.
Ademais, além de nos privar de nossos direitos trabalhistas mais elementares, acumulando dívidas e mais dívidas junto ao corpo docente e aos funcionários, essa administração ainda tenta nos privar do direito constitucional de organização sindical e, tão grave quanto, da própria verdade, pois, ao mesmo tempo em que alega não fazê-lo, faz perseguições políticas descaradas. Trata-se, portanto, de um jogo duplo, no qual eles dizem uma coisa e promovem outra. Urge nos organizarmos e demonstrarmos nossa insatisfação. Tão grave quanto a opressão é a compactuação com ela. E, disto, jamais seremos cúmplices.
À luta!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Hoje se inicia as Apresentações de Seminários de Pesquisa do Professor Antônio Zilmar

Cronograma de Apresentações

Seminários de Pesquisas


20/10
  • Fhabiane
Cinema e Educação

  • Eduardo e Manuel
Gênero Masculino na Pedagogia


27/10

• Camilla
Educação Integral




• Cristiane, Josy, Silvana e Vanessa Adolar
Alfabetização e Letramento


03/11

•Carlos Eduardo, Delvanir, Regina e Thiago
Oralidade e Letramento




•Eliane Mello, Kaine, Rosângela e Vanessa Aparecida
Desenhos Animados


10/11

•Clóvis, Gislene e Sabrina
Escola Nova




• Ana Paula, Eliane Aparecida, Juliana e Roseli
Representações dos negros nos livros de Didaticos


17/11

•Aline, Daniela e Tatiana
Pedagogia social




•Rita de Cassia
O curriculo nos livros didaticos


24/11

Cláudia Regina

Ecopedagogia , Educação Ambiental e Sustentabilidade




• Elizabeth, Francisca , Kelly e Natalia

Curriculo

terça-feira, 14 de junho de 2011

Agora é o 4º Semestre!!!

Lembram daquele inicio dificil que tivemos no mês de Agosto. Quando quase ficamos sem estudar. Eu sei... Até hoje não consigo acreditar como fomos fortes para chegarmos aqui!!!


Muitas rejeição de algumas partes e outros querendo desistir ali mesmo sem se dar conta que hoje somos uma familia que segue ate 2013 juntos. Uns já nos deiaram e pode ser que outro venham a sair, porém espero que mais ninguem saia e outros entraram para integrara essa familia. Apesar que nos não sabemos o que DEUS reserva poara cada um de nós.

Estou muito feliz por fazer parte dessa turma que tem seu blog exclusivo, e mail coletivo e é a turma mais unida da pedagogia.




Esse foi um momento que adorei na aula de Didatica da Majô, a melhor professora que tivemos no 2º semestre. Sinto saudade das aulas dela e gostaria de tê-la denovo conosco. Quando soube que o André a substitui na disciplina perdi a vontade de estudar, mas graças a Deus superei essa fase.




Foto na aula da Professora Patricia, outra professora que adorei trabalhar e que por sorte estará conosco nos proximos semestre, uma excelente profissional que tenho como inspiração. Ama o que faz e demonstra que chegou onde chegou porque é capaz.